Prova para docente tem 20% das questões erradas

Informa a Folha.com (veja abaixo) que a prova para docente temporário, aplicada no ano apassado, tem erro em pelo menos 20% das questões. Não é a primeira vez que isso acontece. Praticamente em todas as provas que foram aplicadas nos últimos dois anos para o professorado paulista havia erros. Mesmo nos casos mais graves o Governo nunca invalidou as avaliações, assim, não invalidará esta.

A Educação paulista sob a gestão do PSDB em 16 anos nunca conseguiu se acertar, as mundanças de rumo são constantes, sem que se dê tempo para experimentar o acerto ou erro das escolhas. O fracasso da educação pública paulista é um fato que parece ter fim sob a batuta dos tucanos, os resultados são pífios, inclusive no Ensino Superior, onde a decadência da principal Universidade do estado, USP, é evidente e vem perdendo posições ano a ano.

Prova para docente temporário em SP tem erro em 20% das questões

Da Folha.com

A prova aplicada para professores temporários da rede estadual de São Paulo no final do ano passado teve até 20% das questões com erros na elaboração. A informação é da reportagem de Talita Bedinelli publicada na edição desta quinta-feira da Folha (íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

De acordo com o texto, cerca de 161 mil professores fizeram a avaliação, segundo a Secretaria Estadual de Educação. Os aprovados se tornam aptos a lecionar durante este ano letivo.

Professores de psicologia (que podem lecionar na área de ciências, por exemplo) tiveram 16 das 80 questões do teste erradas. De educação física, 13; de sociologia, 5; e de ciências físicas e biológicas e de matemática, 4 cada. Todos os outros 18 tipos de prova, no entanto, tiveram duas questões da prova de formação básica erradas.

Para ser aprovado o candidato precisa ter acertado ao menos 40 questões das 80 da prova. Quem tiver 32 acertos e pelo menos cinco anos na rede também será aprovado porque os oito pontos faltantes são completados pelo tempo de serviço. Assim, o professor de psicologia que tiver cinco anos de trabalho só precisará ter acertado outras 16 questões. E o de educação física, 19.

OUTRO LADO

A Secretaria Estadual de Educação afirmou que o grande número de questões erradas não invalida a seleção, pois “as provas poderiam ter sido aplicadas com número menor de questões”, mas não entrou em detalhes.

O órgão disse também que aguardará o posicionamento da Fundação Carlos Chagas para explicar o porquê do grande número de questões erradas na avaliação.

A Folha procurou a fundação no início da tarde de ontem, mas foi informada no final do dia que ninguém do órgão se pronunciaria.

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