Nova sede da Edusp custará 80 mil em aluguel

Prédio alugado para abrigar Edusp e outras seções

Se para negociações salariais a reitoria alega falta de dinheiro, o mesmo não acontece quando estão em questão os projetos unilaterais da admnistração central. Por exemplo, a nova sede da Edusp custará a bagatela de 80 mil reais mensais de aluguel, lembrando que o o prédio, que já é pequeno para comportar as atividades da Editora da USP, terá que abrigar outras áreas como o CCS e a Seção de Registro de Diplomas. Como desgraça pouca á bobagem, a Edusp terá de instalar bombas d´agua porque o prédio da Corifeu de Azevedo Marques alaga de dezembro a março. Ou seja, mais dinheiro: o das bombas d’água e o do seguro mais alto, já que as seguradoras avaliam a possibilidade de o estoque de livros ir água abaixo, literalmente.
Por fim, segundo inúmeros comentários que andam circulando pelo prédio da administração da USP, não é bom escrever e-mails criticando o reitor Rodas. Isso parece coisa de REItor, não de reitor.
Fica a pergunta: até o quando o reitor da Universidade de São Paulo continuará fazendo o que bem entende?
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3 comentários
  1. vanessa disse:

    Muito pior do que o valor a ser pago de aluguel é despejar a Editora às pressas para um local sem as mínimas condições de funcionamento. Esta mudança coloca em risco não só o estoque de livros, mas a própria Editora como instituição. Compromissos assumidos deixarão de ser cumpridos, a produção, se não parar completamente, vai ficar muito comprometida, e a culpa é toda do reitor, que não entende a importância da Editora.

  2. Douglas Anfra disse:

    O rodas deixa muito claro em todas as entrevistas que dá que acha livros uma coisa da idade média. Com um reitor que odeia livros e é contra a aula presencial, que se pode esperar ?

    É só lembrar o que fez com a biblioteca do direito.

  3. luiz disse:

    Já estão no novo prédio a CCS e a Edusp. Apertados, sem telefone, sem tomada para ligar os computadores, sem internet. Ou seja, sem nenhuma condição de trabalhar. Fazer o que, se a USP não nos dá condições de trabalho? Sequer pintaram as paredes do prédio. O despejo foi sumário e não deu tempo de avisar sequer as pessoas com reuniões agendadas na Antiga Reitoria – cuja reforma, aliás, ainda foi licitada e, portanto, vai permanecer vazia por meses. Mais uma vez, nos perguntamos: qual o verdadeiro propósito de tudo isso?

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