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Mídia

Por Marcelo Rubens Paiva via OESP

Como comentou uma leitora, Natália, no post anterior:

Cara, acho tão engraçada essa mania das pessoas de falarem com orgulho que são “politicamente incorretas” quando dizem absurdos… o sujeito vem, fala um monte de merda e diz que faz isso porque é inteligente (é um livre pensador, não segue o pensamento burro e dirigido das massas, etc) e porque não liga de ser “politicamente incorreto” porque afinal esse é o certo, a sociedade de hoje que está deturpada.

Eu tinha pensado na mesma coisa.

O governador e o secretário municipal de segurança reconheceram que tanto a PM quanto a Guarda Municipal exageraram na repressão à MARCHA DA MACONHA, que virou MARCHA PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

Alckmin chegou a dizer que não compactua com a ação da PM na Marcha.

Mas muitos leitores e alguns blogueiros continuam achando que o certo mesmo era enfiar o cacete nos manifestantes.

PMs que tiraram a identificação apra bater numa boa

PMs que tiraram a identificação, para baterem numa boa.

A onda agora é ser bem REAÇA.

Se é humorista, e uma piada ultrapassa o limite do bom gosto, diz ser adepto do ideal do politicamente incorreto.

Que babaca é fazer censura contra intolerância. Read More

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Em sua coluna de 27/03/2011, a ombusdman da Folha de S.Paulo, Susana Singer, decompõe com clareza os equívocos desse jornal e da Universidade de São Paulo (USP) no cálculo da taxa de desistência entre os aprovados no vestibular da Fuvest deste ano. Seu questionamento sobre o gesto da USP de se permitir divulgar dados incorretos, e do jornal de escamotear os erros de sua cobertura do assunto choca-se, no entanto, com as observações finais da colunista. Susana Singer atribui a animosidade entre o periódico e a USP (considerada genericamente como um todo indiviso), à publicação, em 1988, de uma lista nominal de docentes supostamente “improdutivos”. Read More

[Este pequeno texto é, de uma certa forma, motivado por matéria da Ombudsman do jornal da família Frias. Clique aqui para lê-la.]

Antes a Universidade escondia suas mazelas para manter o apoio da população de São Paulo contra os ataques que ela sofria reiteradamente dos governos paulistas que sempre colocaram as condições mínimas de funcionamento da USP em risco. Esse apoio lidava, principalmente, com um amor condicional em relação à USP pelo fato de ser a maior universidade do pais, a melhor e estar à frente de todos as outras. Ou seja, lidava com o bairrismo do paulista que se importaria menos com o papel da USP para a formação de professores e pesquisadores para o Brasil e mais numa rixa de São Paulo contra o resto do país, mantendo o orgulho de ser a melhor. E, com isso, conseguia-se, em situações de conflito, dividir o apoio das elites paulistas para somar àqueles que são beneficiados pela universidade diretamente, como professores aqui formados, pesquisadores etc. Read More

Por Suzana Singer (Matéria publicana na Folha de S.Paulo, em 27/03/2011)

“Recebe-se com estranheza a notícia.” Começava assim o editorial “Alerta na USP”, publicado em 16 de março, que comentava a manchete da Folha de seis dias antes: um quarto dos estudantes aprovados na USP não se matricula. Read More