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Em sua coluna de 27/03/2011, a ombusdman da Folha de S.Paulo, Susana Singer, decompõe com clareza os equívocos desse jornal e da Universidade de São Paulo (USP) no cálculo da taxa de desistência entre os aprovados no vestibular da Fuvest deste ano. Seu questionamento sobre o gesto da USP de se permitir divulgar dados incorretos, e do jornal de escamotear os erros de sua cobertura do assunto choca-se, no entanto, com as observações finais da colunista. Susana Singer atribui a animosidade entre o periódico e a USP (considerada genericamente como um todo indiviso), à publicação, em 1988, de uma lista nominal de docentes supostamente “improdutivos”. Read More

[Este pequeno texto é, de uma certa forma, motivado por matéria da Ombudsman do jornal da família Frias. Clique aqui para lê-la.]

Antes a Universidade escondia suas mazelas para manter o apoio da população de São Paulo contra os ataques que ela sofria reiteradamente dos governos paulistas que sempre colocaram as condições mínimas de funcionamento da USP em risco. Esse apoio lidava, principalmente, com um amor condicional em relação à USP pelo fato de ser a maior universidade do pais, a melhor e estar à frente de todos as outras. Ou seja, lidava com o bairrismo do paulista que se importaria menos com o papel da USP para a formação de professores e pesquisadores para o Brasil e mais numa rixa de São Paulo contra o resto do país, mantendo o orgulho de ser a melhor. E, com isso, conseguia-se, em situações de conflito, dividir o apoio das elites paulistas para somar àqueles que são beneficiados pela universidade diretamente, como professores aqui formados, pesquisadores etc. Read More

Por Leandro Fortes, de seu blog Brasília eu vi (22.fev.2011)

Na íntegra do discurso de Dilma Rousseff proferido na cerimônia de aniversário de 90 anos da Folha de S.Paulo, disponibilizado na internet pela página do Portal UOL, lê-se, não sem certo espanto: “Estou aqui representando a Presidência da República. Estou aqui como presidente da República”. Das duas uma: ou Dilma abriu mão, em um discurso oficial, de sua batalha pessoal para ser chamada de “presidenta”, ou, mais grave, a transcrição de seu discurso foi alterada para se enquadrar aos ditames do anfitrião, que a chama ostensivamente de “presidente”, muito mais por birra do que por purismo gramatical. Read More